Traumas sexuais ficam registrados no útero e também ducto vaginal

A primeira coisa que você precisa saber sobre este assunto é: nosso inconsciente não sabe ao certo diferenciar estupro de abuso sexual ou simplesmente de uma ofensa de cunho sexual dita em voz alta. Isso significa que mesmo que a violência sexual seja apenas verbalizada e não chegue às vias de fato, muitas vezes ela causa os mesmos traumas nas vítimas. Outro tabu que não costuma ser dito, é o de que, fisicamente, quando a mulher é estuprada, o corpo pode ter as mesmas reações químicas de uma relação sexual consentida, como lubrificação vaginal e até mesmo liberação de hormônios que levam à excitação. É por este motivo que muitas vítimas se sentem culpadas. Elas se envergonham por achar que podem ter gostado da violência ou que estas reações biológicas a levaram a viver o estupro, de alguma forma. A verdade é que, nesses casos, este processo nada mais é do que uma defesa do organismo. O corpo libera essas reações químicas para que a violência que está sendo vivida seja menos traumática. Por exemplo: ao lubrificar a vagina, o organismo faz com que a lesão física da penetração seja menor.”O corpo libera essas reações químicas para que a violência que está sendo vivida seja menos traumática. Por exemplo: ao lubrificar a vagina, o organismo faz com que a lesão física da penetração seja menor.” O mesmo ocorre com a excitação, que garante que o canal vaginal se alongue e fique mais dilatado, facilitando a entrada (forçada, neste caso) do pênis. Essas informações são importantes para que a mulher tome consciência de que foi um processo fisiológico comum que lhe ocorreu – e que não necessariamente ela permitiu, estimulou ou provocou o ato. Em outros casos de estupro ou violência sexual física, a vagina de algumas mulheres não relaxa durante o abuso, pois ela não está consentindo para que isso aconteça. Ao contrário, o órgão sexual se fecha – de forma voluntária ou não – causando lesões musculares que podem levar a sérias disfunções sexuais. Além disso, alguns organismos acabam entendendo que devem sempre responder com uma contração toda e qualquer penetração no ato sexual (ainda que seja consentida). Isso dá origem a problemas como o vaginismo (quando a vagina se contrai involuntariamente, impossibilitando a penetração) ou dispareunia (dor durante a relação). QUALQUER TIPO DE ABUSO SEXUAL PODE GERAR PROBLEMAS NA CAMA Alguém que sofre um abuso sexual – seja ele físico, verbal ou psicológico – vive sentimentos de insegurança, culpa, depressão e problemas sexuais, como dificuldade de chegar ao orgasmo, bloqueios ou culpa ao sentir prazer, diminuição da libido, dificuldade de se entregar em relacionamentos íntimos, baixa autoestima, vergonha, tristezas, desmotivação, fobias, síndrome do pânico e, em casos mais graves, até mesmo tendência ao suicídio. Algumas mulheres chegam a se privar de qualquer sentimento que lhes tragam deleite, punem a si mesmas, não se permitindo nenhum tipo de prazer. Por esse motivo, o corpo reage e torna os órgãos genitais insensíveis ou mesmo doloridos. Além disso, essas vítimas costumam se sentir impuras, indignas de ter um relacionamento amoroso natural e positivo. Com isso, podem se travar para o amor ou qualquer relação sexual prazerosa. A tendência é que a vítima imagine que ninguém mais vai aceitá-la e que será rejeitada. VIVÊNCIAS AJUDAM A RESGATAR ABUSOS DO PASSADO E CURÁ-LOS Tendo em vista que não somente o abuso sexual físico leva a consequências em nossa psique, indico que todas as mulheres pelo menos uma vez na vida passem por vivências, tratamentos psicológicos ou ate mesmo uma técnica milenar chamada “reconsagração do ventre”. Essas práticas trazem para o consciente quais bloqueios e registros estão profundamente escondidos em nosso inconsciente. São eles que trazem complicações no amor, no sexo ou na autoestima. Nessas práticas, a lembrança do abuso – ou de qualquer outro trauma – vem à tona e é trabalhada. Claro que, dependendo de cada caso e de sua gravidade, é preciso estender o cuidado e ter ac

A complicação do relacionamento gay

Um outro dia um amigo me disse: “relacionamento gay é muito complicado?” Aí está dúvida foi mas forte do que eu… fiquei pensando sobre o assunto e cheguei a seguinte conclusão: Para responder essa questão é preciso lembrar que relacionamentos, tanto faz se entre héteros ou entre gays, são sempre complicados. Porém, os gays são também obrigados a lidar com muitas outras dificuldades além das enfrentadas por todo mundo. A mais séria, a meu ver, é a homofobia internalizada. Desde muito cedo aprendemos, entre outras coisas negativas, que.. relacionamentos homossexuais não têm futuro. Que são baseados apenas na satisfação imediata pelo sexo, sem fins de procriação e sem função na sociedade, esses relacionamentos são vistos como narcisistas e imaturos. Os gays crescem sem ter a oportunidade de explorar sua afetividade e sexualidade de forma natural e espontânea, como fazem os héteros, e passam a acreditar que sua diferença está irremediavelmente associada à solidão e ao abandono. Como essas crenças estão, na maior parte das vezes, no nível inconsciente, eles tendem a buscar fora deles as causas para seu fracasso em obter e manter relacionamentos significativos. “Os gays (os outros, é claro!) só pensam em sexo” ou “ninguém quer nada sério” não são meras constatações da realidade que os cerca, mas indicadores poderosos da sua homofobia internalizada. Um outro sintoma importante da homofobia internalizada é o valor positivo que se costuma dar aos “fora do meio”. Esses costumam ser vistos como “superiores”, como uma casta que não se mistura com a massa “promíscua” e “fútil” da qual se constitui o mundo gay. Ora, se vive “fora do meio” e rejeita aqueles que são como ele, como fazer para encontrar um parceiro e para estabelecer um relacionamento que se sustente sem os apoios familiar ou social? (situação parecida ocorre com mulheres que só têm amigos gays e se queixam de não conseguir arranjar um namorado). Outra dificuldade inerente aos relacionamentos gays tem a ver com os papéis de gênero (masculino e feminino), ou seja, os comportamentos e atitudes que a sociedade estabelece para cada um dos gêneros, e que nos são impostos primariamente pela família e pela escola. Os meninos são incentivados a serem fortes e competitivos, a evitarem demonstrações de afeto e a explorarem sua sexualidade de forma mais livre do que as meninas. Com isso, aprendemos pouco sobre como expressar sentimentos e dividir nossa intimidade. Por outro lado, desenvolvemos uma identidade fortemente apoiada na sexualidade e na disputa pelo poder. Como um relacionamento gay envolve necessariamente dois homens, essas características de gênero tendem a ser uma fonte adicional de conflitos.Impossível falar sobre relacionamentos gays sem tratar da questão da “invisibilidade”. A maioria dos gays cresce em famílias heterossexuais e passa boa parte da infância e da adolescência sem sequer conhecer um casal gay (abertamente gay e/ou abertamente casal). Mesmo depois de terem se assumido e passado a conviver com outros gays, não é muito freqüente encontrarem casais gays estáveis e visíveis. Muitos escolhem se “misturar” com os héteros e viver uma vida longe da comunidade gay; ou porque sentem-se, de alguma forma, ameaçados na sua segurança, ou porque acreditam que o modelo de casal não é compatível com o estilo de vida gay. Além disso, a ausência de modelos públicos (como na mídia, por exemplo), a falta de literatura específica sobre o tema e de especialistas em aconselhamento para casais gays, torna essa empreitada uma aventura ainda mais solitária.Quando um casal hétero se forma, “os céus dizem amém”. É possível, e muito desejável, que o casal compartilhe sua felicidade com a família e os amigos. Quando se depara com as dificuldades naturais dos relacionamentos, encontra apoio e ajuda para resolver os problemas. Quando se separa, além dos ombros de familiares e de amigos para chorar, o casal terá provavelmente a compreensão de todos à sua volta, assim como todos os recursos que

Dor durante o sexo exige tratamento

No ano passado eu trouxe a tona uma matéria sobre a ardência durante o sexo. Até hoje surgem muitos comentários dentro da publicação. Tendo em vista o quanto o problema é comum e constante eu resolvi trazer o assunto de volta e repleto de mais informações. Se você quiser conferir a matéria sobre ardor na vagina, clique aqui . Estima-se que 17% das mulheres brasileiras que sentem dor durante a relação sexual, pelo menos é o que diz a pesquisa feita por Adriana Moreno, autora do livro “Fisioterapia Uroginecológica” (Ed. Manole). A boa notícia é que esta disfunção sexual tem cura, apesar de ainda ser pouco divulgada. O problema pode ter causas físicas ou psicológicas. No âmbito físico, a dor no sexo pode ser decorrente da gestação, parto, cirurgias pélvicas ou envelhecimento natural. Todos esses fatores podem causar uma alteração dos tecidos da pelve, tais como ligamentos e principalmente a Musculatura do Assoalho Pélvico (MAP), aquela que é contraída quando “seguramos o xixi”. Quando esses músculos estão fracos, podem gerar uma contração inadequada, que é sentida pela mulher durante o ato sexual e interpretada como um estímulo doloroso, ao invés de ser percebida como somente um estímulo tátil. Neste caso, exercícios de percepção e de fortalecimento na região costumam resolver o problema. Além disso, a melhora do tônus da MAP ainda oferece mais segurança e satisfação no desempenho sexual. Por isso eu defendo a prática do pompoarismo e recebo o relato de várias alunas que tiveram uma melhora na qualidade de vida ao incluir as técnicas do pompoarismo no dia-a-dia. Confira as minhas matérias sobre o assunto: Curso de Pompoarismo e Exercícios Tântricos Os benefícios do pompoarismo Pompoarismo: técnica para garantir orgasmo mais intenso DOR NO SEXO TAMBÉM PODE TER ORIGEM PSICOLÓGICA No entanto, muitos casos de disfunção sexual têm origem psicológica, causados por uma iniciação sexual traumática ou no mínimo ruim, abusos ou até mesmo uma situação afetiva conjugal. Por este motivo, para um bom tratamento é indispensável a atuação de três profissionais: o médico ginecologista, o psicólogo e, principalmente, o fisioterapeuta ginecológico – que cuidará da disfunção que já está instalada na musculatura perineal. Todo tratamento deverá ser realizado com profissionais habilitados. Infelizmente no caso da dispareunia não há muito o que fazer por conta própria, pois é necessário uma avaliação minuciosa e muito bate-papo para descobrir a causa da disfunção. Antes da mulher começar a fortalecer essa musculatura é necessário que ela aprenda a relaxar essa região, em primeiro lugar. O tratamento pode auxiliar a paciente a ter mais segurança e autoestima, proporcionando-lhe recursos internos para procurar, aceitar ou mesmo recusar uma relação sexual. TRATAMENTO FAZ USO DE DIVERSAS TÉCNICAS O tratamento acompanhado por um fisioterapeuta ginecológico para a dispareunia costuma fazer uso de diferentes técnicas: – Relaxamento. – Alongamento da MAP. – Massagem abdominal e perineal. – Movimentos da pelve, pernas e todo corpo. – Aprendizado de contração e relaxamento dos músculos perineais. – Eletroterapia – trata-se da eletroestimulação da MAP na própria vagina ou, em alguns casos, no nervo pudendo (localizado na região da perna). Essa eletroestimulação é realizada com um aparelho fisioterapêutico. – Exercícios com cones vaginais (pesinhos). – Treino de sensibilidade e percepção. Os exercícios sexuais também são orientados, baseados na exploração psicoterapêutica dos conflitos psíquicos que a pessoa vive, bem como na dinâmica e na interação conjugal. Todos estes são exemplos das possíveis formas de tratamento encontradas no tratamento dessa disfunção sexual. Cada pessoa terá uma resposta diferente ao tratamento. Geralmente, quando a paciente está disposta a melhorar e mergulhar fundo na sua história – encontrando a causa e curando os bloqueios – o tratamento costuma ser bem rápido e pode ser concluído em um mês. No entanto, há casos menos comuns que o tra

Mulheres lideram o consumo de produtos eróticos no Brasil

Muitos falam em crise e encolhimento dos setores, mas segundo os números registrados pela ABEME (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual), as mulheres lideram no ranking que mostra o poder de compra no mercado erótico do Brasil. Pequenos vibradores, para estímulo do clitóris, estão na lista dos mais procurados Elas são 68% dos consumidores de produtos sensuais, e maioria tanto nas lojas físicas quanto na internet. Mas é na venda de produtos eróticos por catálogo que as mulheres se encontraram e consomem sem medo: são 90% dos consumidores, que compram vibradores, cosméticos, lingeries e acessórios. Se engana quem pensa que as compradoras são as mulheres em busca de prazer solitário ou “sacanagem” ou em porno.

A pesquisa indica que 84% das consumidoras são casadas ou namoram, e a grande maioria delas, 81%, está no mesmo relacionamento há três anos ou mais. Compram produtos eróticos para comemorar uma data especial com o parceiro, para surpreendê-lo ou simplesmente para agradá-lo. Separar o erotismo da pornografia é o caminho que Paula Aguiar, presidente da ABEME, vê para o crescimento da indústria de sex toys. “O produto erótico vai muito além da pornografia. Ele é um grande auxiliar para a união dos casais e das famílias”, defende. Os produtos mais populares são os cosméticos sensuais, carro-chefe da indústria erótica brasileira.

“Nos falta tecnologia, mas sobra criatividade”, justifica Paula. “Enquanto no resto do mundo os cosméticos sensuais têm uma variedade de no máximo dez sabores, no Brasil já temos mais de 40, entre frutas, doces e bebidas”, completa. Produtos como o vibrador líquido, que aumenta a irrigação da pele e proporciona sensação de “tremor” e o adesivo do amor a ninfetas foram desenvolvidos no Brasil e hoje são exportados para toda a América do Sul, África e Europa.

PRODUTOS ERÓTICOS MAIS VENDIDOS PARA OS HOMENS

1º – Gel ou creme estimulador 2º – Gel ou creme para sexo oral 3º – Gel ou creme para sexo anal 4º – Capas e anéis penianos com ou sem vibrador 5º – Aparelho desenvolvedor ou masturbador peniano PRODUTOS ERÓTICOS MAIS VENDIDOS PARA AS MULHERES 1º – Gel ou creme estimulador 2º – Gel ou creme para sexo oral 3º – Lingerie ou fantasias eróticas e sensuais 4º – Acessórios fetichistas ou românticos 5º – Vibradores para estimulação do clitóris

Forças negativas que “minam” o relacionamento

Relacionar-se de forma comprometida e madura, em alguns momentos, é desafiador. Usando o trocadilho, a relação pode virar uma “ralação”. Por essa razão surgiram tantas propostas para tornar nossa comunicação, interação e vida a dois mais amorosas e suaves. Afinal, relacionar-se, em algum momento, também significa “ralar”, encontrar nossa própria sombra. É, ainda, um caminho de evolução que pode ter suas partes doloridas. Algumas das maiores forças que empurram um relacionamento para o ralador são: apego, vitimização e projeção. APEGO: QUANDO VOCÊ SE PRENDE A QUEM O OUTRO FOI A parte mais difícil é o apego ao outro estático. Ou seja, queremos que a pessoa parceira se comporte e reaja para sempre de uma forma positiva e previsível. Por exemplo: tenho apego ao que meu namorado era no primeiro mês de namoro. E o homem que ele se tornou hoje sempre é comparado com aquele menino inicial (Que injustiça!). Sou eu a mesma mulher? Em tantas coisas eu sou outra também. Somos metamórficos, estamos em constante evolução. E isso é desejável. Então, mapeio aqui o apego ao outro do passado como sendo um veneno nocivo para um relacionamento. Desapega! E olhe todas as vezes para seu par com um olhar fresco, como se fosse a primeira vez bucetas.

Ele não merece ser rotulado. Assim como você também não gostaria de sempre ser enxergado e comparado com suas atitudes passadas. É muito desagradável quando as pessoas pré-conceituam todas as nossas reações, deixando de dar a atenção devida e ter a troca mágica do momento inédito acontecendo agora. VITIMIZAÇÃO: VOCÊ ACHA O OUTRO CULPADO PELA SUA INFELICIDADE? A vitimização é um tópico óbvio e clássico. Isso é “autorralação”, ou seja, significa esfregar um ralador no próprio coração. Eu estou em um relacionamento por escolha. Sim, pode ser uma escolha difícil de largar, o outro pode vacilar muito. Mas eu escolho estar aqui e agora. Então, por mais que seu par seja uma má companhia no seu ponto de vista, ele não é o culpado pela sua infelicidade. A pessoa pode apertar todos os botões para isso e estimular sua falta de alegria, mas quem está na relação é você. E outra: essa pessoa está tentando se livrar da dor e ser feliz, nas limitações da sua própria sombra e marcas da sua história. Topa encarar?

Se não topar, caia fora e não se vitimize. Isso gera peso no outro e desempodera ambos. Devemos ficar na relação por amor e deixar o outro ir pelo mesmo motivo. As pessoas têm o direito de ser quem são. PROJEÇÃO: CARACTERÍSTICAS QUE NÃO TOLERA NO OUTRO ESTÃO DENTRO DE VOCÊ Isso fica claro nas brigas verbais, quando começamos a apontar o dedo para o outro, sem perceber todos os espelhamentos que produzimos! Projeto no outro o que não dou conta de ver em mim. Para as questões de projeção, muitas vezes precisamos de ajuda, afinal, temos muitos exemplos de relacionamentos afetivos arquivados no nosso inconsciente e esses interferem nossa visão clara da realidade. Modelos de relacionamentos irrealmente perfeitos, como príncipes e princesas de contos de fadas ou aqueles patologicamente construídos, como pode ser o caso das relações que vimos na própria família, dos pais e avós videos porno HD.

Quando finalmente percebemos nossa necessidade e vício de projetar os desejos e as aversões no outro, damos a chance do apego e da vitimização serem revistos e aliviados. Largar a projeção é poder escrever sua própria história, permitindo que o outro a crie com você, cada um no seu tom original, com espaço para aceitação e a colaboração. 02 Segundo o Dr. Keith Witt – psicólogo e autor de livros sobre intimidade, desenvolvimento humano, espiritualidade e sexualidade a partir de múltiplas perspectivas – existem 5 pilares que equilibram uma vida a dois saudável. Trago aqui as reflexões baseadas no seu estudo, para que, seja você comprometido ou solteiro, reflita sobre como relacionar-se a partir de agora. 1 – Existe polaridade erótica, ou seja, uma centelha de atração entre mim e esta pessoa? A polaridade entre o feminino e o masculino, o valor erótico, g

O que significa sonhar com sexo?

A interpretação dos próprios sonhos – esses “filmes” carregados de simbolismo transmitidos do nosso inconsciente para a nossa consciência enquanto dormimos – é uma prática de autoconhecimento e pode nos ajudar fazer escolhas melhores no dia a dia. Além disso, diminui o risco de surgirem problemas como ansiedade, depressão e fobias. O QUE O SEXO SIMBOLIZA? Eis uma das cenas que as pessoas tendem a ficar mais envergonhadas de contar, principalmente quando sonham que estão numa relação sexual com alguém do mesmo sexo (e a homossexualidade não é sua escolha na vida real), pois há a preocupação em relação à sua opção sexual Videos Porno. Se a cena é forte, tal como um estupro ou pedofilia, logo nosso consciente (repleto de julgamentos morais) se sente desconfortável com o coideonteúdo sonhado. A beleza e a importância dos sonhos estão na sua linguagem simbólica, não é algo literal; embora, claro, haja sonhos literalmente premonitórios, ainda que sejam raros. Portanto, não podemos nos deixar levar por vergonha, moralismo ou outro fator que nos atrapalhe a lidar com os significados da mensagem do inconsciente através de sonhos com sexo.”não podemos nos deixar levar por vergonha, moralismo ou outro fator que nos atrapalhe a lidar com os significados da mensagem do inconsciente através de sonhos com sexo.” Esse tipo de sonho guarda uma forte semelhança com os sonhos de casamento, porque a união simbolizada neste é ainda mais intensificada quando há uma relação sexual. Ainda, se o sonhador tomar as respectivas decisões e adotar as específicas atitudes que seu inconsciente está lhe indicando, terá mais potencial de resolver a tensão das polaridades (divergências internas ou externas). Por isso, entender o simbolismo do sexo pode indicar um período associado à incorporação efetiva de certos hábitos, crenças e atitudes em seu dia a dia, que estão bem próximos à consciência (e não mais com certo distanciamento, como no caso de sonhar com casamento). É uma integração muito mais visceral e impactante desse conteúdo (pensamentos, sentimentos e ações) à sua disposição. O sexo é uma fonte de prazer. Ter sonhos com essa conotação tende a indicar o quanto podemos desfrutar mais das atividades cotidianas nesta fase em que vivemos.”O sexo é uma fonte de prazer Porno Buceta. Ter sonhos com essa conotação tende a indicar o quanto podemos desfrutar mais das atividades cotidianas nesta fase em que vivemos.” Além disso, o prazer sexual passa inevitavelmente pela expressão dos cinco sentidos, de modo que sonhar com sexo – em termos simbólicos – pode representar uma mensagem a respeito do modo como estamos lidando com o nosso corpo. POSSÍVEIS INTERPRETAÇÕES O homem representa a polaridade yang (coragem, força, decisão, razão, iniciativa, assertividade, dinamismo) e a mulher simboliza o lado yin (compreensão, afeto, acolhimento, proteção, segurança e emoção). Por isso, se o sonhador faz sexo com um homem ou uma mulher, isso poderá indicar os tipos de atitude (yang ou yin) com os quais ele terá melhores condições de “se unir”, isto é, desenvolver e expressar nesta atual fase da vida. Claro que, se for uma pessoa conhecida (seja uma celebridade ou alguém do seu dia a dia), serão as características mais marcantes desse alguém que o sonhador terá oportunidades de vivenciar. Caso você considere tal pessoa como alguém que detesta, analise bem quais as atitudes dela que não te agradam – é esse mesmo comportamento a que você deverá atentar-se para não reproduzir em seus contatos diários. É importante você reconhecer esse lado desagradável do outro em seu jeito de ser, a fim de fazer os devidos ajustes na sua forma de se comportar. Por exemplo, se for alguém muito autoritário ou fanático, observe-se. Você tem agido de maneira a se impor sobre os outros ou agir como se fosse o dono da verdade? Busque, sim, ser mais assertivo e bancar suas opiniões, mas sem arrogância ou teimosia. Quando há pedofilia no sonho, por mais que a cena possa ser chocante quando analisada por nossos conceitos morais, sim

Lubrificante íntimo saiba tudo!

Um dos produtos mais vendidos em farmácias e sex shops são os lubrificantes íntimos. Digamos que é um dos produtos essenciais para quem tem a vida sexual ativa. E não pense que ele está destinado a uma única forma de utilização pois ele pode e deve ser muito importante para outros momento do sexo. A lubrificação natural da vagina é suficiente para o sexo? Para mulheres com a vida sexual saudável, sim, a lubrificação natural do corpo é suficiente para a penetração. Mas para uma boa lubrificação natural na maioria das mulheres é preciso um investimento nas preliminares.

Com a excitação a mulher produz a uma mucosa natural que auxilia o deslizar do pênis durante a penetração Sexo Gay, mas é preciso ver o tempo de cada mulher para se conseguir a lubrificação ideal. Mas nem sempre é assim, pois existem mulheres que podem estar passando por alterações hormonais que dificultam o processo e isso pode ser temporário como “stress”, pírulas, medicamentos específicos e tantos outros motivos, bem como a Menopausa.

Essas condições acima podem interferir na produção natural da lubrificação vaginal, sendo necessário e indicado o uso de um lubrificante para equacionar essa questão fisiológica. O mercado erótico possui diferentes versões, com sabores e aromas interessantes que podem ser até comestíveis (beijável). Tem também os lubrificantes de efeito térmico que ao contato com a pele produzem uma leve sensação de aquecimento na região aplicada. Quando devo usar?

O produto é indicado para facilitar a penetração na hora que seja do pênis ou de brinquedos eróticos. Mas você também pode fazer uso dele na masturbação feminina ou masculina para evitar o atrito da pele e tornar o seu toque ainda mais excitante. Uma informação importante: A penetração pode ser dolorosa quando a mulher não apresenta lubrificação natural suficiente e a relação pode não ser prazerosa, causando desconforto, dor e em casos mais severos até sangramentos por pequenos cortes e ardência por conta do atrito. Não tenha vergonha de usar, pois esse produto foi desenvolvido para auxiliar e melhorar a lubrificação íntima e dar para ambos a uma melhor qualidade na penetração, fazendo com que o sexo seja muito mais prazeroso para todos. Qual é o melhor? Como escolher? Existem diversos tipos de lubrificantes que variam principalmente na sua composição ou substância principal usada em sua formulação. Os mais comuns encontrados a venda são os à base de óleo, à base de água e à base de silicone.

As principais diferenças estão na capacidade de manchar tecidos, causar irritação e até mesmo romper o látex do preservativo. Possuem diferenças também quanto à coloração, aroma e sabor, mas isso é geralmente uma variável de algum produto. Para não errar na escolha os melhores são os à base de água e silicone, pois não interferem com o látex da camisinha e raramente causam irritação. Na versão neutra eles geralmente não possuem muito perfume ou mesmo outro tipo de química para dar cor ou sabor. Mas se desejar variar, experimente os que tem ação termogênica e aromas diferentes, ajuda a variar a rotina de uso do produto. Posso ter alguma alergia ao produto? Sim, dependendo da substância utilizada em sua composição e formulação.

O importante é sempre utilizar produtos conhecidos, testado e principalmente regulamentado pela ANVISA. Não utilize substâncias que não tenha em sua indicação o uso específico para a região genital. O interessante é fazer o teste caseiro de alergia, passar na pele do pulso ou atrás da orelha e observar antes se você tem alguma reação alérgica e se aguenta o calor produzido pelo produto no caso dos termogênicos. Se surgir qualquer reação alérgica você deve suspender o uso imediatamente, lavar a região com água corrente e abundante e procurar o médico o quanto antes. IMPORTANTE: Em caso de alergia não é aconselhável fazer automedicação, pois o remédio errado pode agravar o quadro ou mesmo camuflar as reações prejudicando o diagnóstico. O tal lubrificante anestésico tira a dor mesmo? Sim, tira a dor